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Segunda-feira, 30 de Junho de 2008

Anedotas sobre europeus – Mais espanholices...

Chamada para o Diabo

Em visita ao gabinete do presidente da Argentina, o presidente espanhol vê um telefone vermelho, com a inscrição «Diablo» em cima da mesa. Muito curioso, não resiste e pergunta:

— Para que serve este telefone vermelho, Sr. Presidente?
— Ah, com este telefone, falo directamente com o diabo! — Responde o argentino.
— Quer dizer, com satã? — Pergunta o espanhol, assustado.
— Sim, com ele mesmo! O único problema é que a conta é muito cara! Mil euros por minuto!
— Livra! — exclamou o espanhol. — É mesmo muito caro! Mas, mesmo assim, gostei! Quero um desses para mim!
Então o espanhol voltou para a sua terra natal, instalou um telefone «Diablo expresso» na sua mesa e começou logo a converseta... Falou durante duas horas com o demo e, no final da ligação, a telefonista comunicou‑lhe:
— São cinco euros, senhor!
— O quê? — gritou o espanhol, surpreso. — Só isso? Mas é muito barato! O presidente argentino disse‑me que esta ligação custa‑lhe mil euros por minuto!
— É verdade! — respondeu ela. — Mas a sua chamada é local!
Disfarce quase perfeito
Joaquin Hernandez estava de férias no Japão e preparava‑se para apanhar um avião de volta para Madrid. Já no aeroporto, ficou bastante surpreendido com um computador que identificava os passageiros sem a necessidade de documentos e contava com um sistema de voz para apresentar os dados de cada um. Assim que Joaquin passou, o computador acusou:
— Joaquin Hernandez, 45 anos, espanhol, casado, passageiro do voo 575 da Spain Airlines.
Impressionado, Joaquin foi ao WC, rapou o bigode e trocou de camisa. Ao passar pelo computador, a voz acusou novamente:
— Joaquin Hernandez, 45 anos, espanhol, casado, passageiro do voo 575 da Spain Airlines.
Mas Joaquin não se deu por vencido! Voltou ao WC e colocou maquilhagem, uma peruca loira e um vestido rosa.
«Agora, eu vou provar que essa máquina é burra» disse o hispânico, sentindo‑se desafiado.
E a máquina acusou de novo:
— Joaquin Hernandez, 45 anos, espanhol, casado e, por causa de se armar em travesti, acaba de perder o voo 575 da Spain Airlines.
O livre de Figo
Era um jogo de futebol entre a selecção portuguesa e a selecção espanhola. De repente o árbitro marca uma falta na entrada da área, a favor de Portugal.
Figo vai tentar concretizar o livre e a barreira formada pelos adversários está toda de costas para a bola.
— Vocês vão ficar de costas para a bola? — Pergunta o árbitro, estranhando a atitude.
— Mas, claro! — Justifica um dos jogadores. — O senhor acha que nós vamos perder um golaço desses?
Cerimónia oficial
Na assinatura dum acordo ibérico, o cerimonial, todo cheio de salamaleques, foi feito na fronteira. A lombada do livro ficou exactamente em cima da linha divisória da fronteira entre Portugal e Espanha.
O primeiro‑ministro português deveria assinar o livro na folha que ficava no lado português e o primeiro‑ministro espanhol deveria assinar a folha que ficava do lado espanhol.
Tocados os hinos dos dois países, feito os discursos, rico em floreios literários e, como sempre, altamente dema­gógicos e cheios de floreados, foi solicitado ao dirigente português para assinar o acordo, devendo observar o lado correcto para registar a assinatura.
Chegou a vez do primeiro‑ministro espanhol assinar, tendo‑se colocado no lado castelhano, olhou para os presentes, fotógrafos de todos os lados, televisões do mundo inteiro, meteu a mão esquerda no bolso interno do fato, e retirou do bolso um objecto, como se fosse a sua caneta.
Um ministro aproximou‑se rapidamente e murmurou‑lhe:
— Excelência, o Sr. está com um supositório na mão!
Ele, assustado, olhando para os presentes disse:
— Meu Deus... onde é que foi que eu pus a caneta?

Fonte: Anedotas da net.

publicado pelo gato Straycat às 09:25

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Domingo, 29 de Junho de 2008

Anedotas sobre europeus – Mais espanholadas...

Padre ou pai?

Numa localidade de Espanha, o padre José vai fazer uma visita a um paroquiano e pede indicações ao Pablo, uma criança espanhola. A palavra «padre» significa «pai» em espanhol, o que vai trazer uma grande confusão.
— Menino, podes dizer-me onde está a porteira?
— Sim senhor, no apartamento G, terceiro à esquerda, no rés-do-chão.
— Meu pequenito, não me chames «meu senhor», chama-me «meu padre».
— Ena, o meu pai! — Exclama o garoto. — A mãe vai ficar mesmo muito surpreendida. Ela disse que nunca mais te íamos ver…
Mau cheiro no assento
Uma carruagem de comboio vai à cunha, com gente de pé na coxia, mas há um banco de dois lugares só com um ocupante. Cheira ali tão mal, que ninguém se quer sentar. Um espanhol, vendo o lugar vago, avança, vai para se sentar, mas pergunta delicadamente ao ocupante do outro assento:
— Puedo?
Resposta do outro, tranquilamente:
— Não. Bufa. 
Tudo é possível para aquele que acredita...
Um grupo de conquistadores espanhóis do séc. XVII tinha muita consideração e admiração pelo seu Capitão que era um homem de muita bravura. Tanta consideração, que até lhe deram o cognome de «Capitão Bravo».
Sempre que apanhavam pelo caminho barcos piratas ele nunca perdia uma luta. E conseguia incitar à luta todos os seus homens vestindo uma camisola vermelha. Um dia um dos seus marinheiros pergunta-lhe porque é que ele fazia sempre o mesmo ritual antes de cada luta: vestir a camisola vermelha e incitar os homens.
Ele respondeu-lhe explicando que envergando uma camisola vermelha, se for atingido os homens nunca verão o seu sangue, e mesmo que esteja a morrer eles não o vendo ferido, continuarão a lutar sem se desmoralizarem.
Aí está o segredo para tanta vitória! O marinheiro adorou a explicação e ainda achou mais valente o seu capitão.
Um belo dia andavam eles no mar, e ouve-se o vigia a gritar que no horizonte estava uma caravela portuguesa. O Capitão pega no seu monóculo e qual não é o seu espanto vê que não é uma caravela, mas sim umas dez ou vinte, e grita para um dos homens: «Vai reunir todos os homens e traz-me aquele par de CALÇAS CASTANHAS!!!»
Invasão espanhola
Dois alentejanos conversavam tranquilamente junto ao Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa, depois do jantar.
— Atão compadre, como vai a vidinha?
— Muito bem!
De repente aproxima‑se um espanhol.
— Buenas noches, mi puede dar una información?
Um dos alentejanos sem mais nem menos, agarra‑se ao espanhol e parte o homem todo.
O outro alentejano espantado pergunta:
— Atão compadre, porque fez isto?
O que deu uma tareia ao espanhol responde:
— Atão nã sabe que estes cabrões invadiram a gente?
— Atão nã sei? Mas isso foi há mais de 400 anos, home!
Responde o outro:
— Nã m’interessa. Ê cá só soube ontem.

Fonte: Anedotas da net.

 

publicado pelo gato Straycat às 14:24

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Sábado, 28 de Junho de 2008

Anedotas sobre europeus – Outros espanhóis...

Pesquisa da ONU

A ONU resolveu fazer uma grande pesquisa mundial. A pergunta era: «Por favor, diga honestamente, qual a sua opinião sobre a escassez de alimentos no resto do mundo».

O resultado foi desastroso. Foi um total fracasso.
Os europeus não entenderam o que é «escassez».
Os africanos não sabiam o que eram «alimentos».
Os espanhóis não sabiam o significado de «por favor».
Os norte-americanos perguntaram o significado de «o resto do mundo».
Na América do Sul estranharam e pedi­ram maiores explicações sobre «opinião».
E a Assembleia da República ainda está a debater o signi­ficado de «honestamente».
 
O Inferno Português e o Inferno Espanhol
Um pecador morreu e foi parar à  porta do Inferno.  Lá, um diabinho adjunto perguntou‑lhe:
— Quer ir para o Inferno português ou  para o espanhol?
O infeliz pergunta qual é a diferença.
— Bom, existe um muro que separa os dois Infernos.  No Inferno português terá que comer uma  lata de 2 kg de estrume ao pequeno‑almoço, ao almoço e ao jantar.  Depois o diabo leva‑o ao fogo infernal e, depois, irá dormir.  No espanhol é igual, só que ao invés de uma lata de estrume, terá que comer somente um pires.
O homem não pensou duas vezes e foi para o Inferno espanhol.  Chegando lá, reparou que estavam todos cabisbaixos e tristes, enquanto que do outro lado do muro, ouvia‑se um som de farra, muitas gargalhadas, enfim, uma festa muito animada.  Não se contendo, o condenado sobe o muro e chama alguém:
— Hei! Como é que vocês conseguem estar tão contentes? Aqui o pessoal come um pires de estrume e vive triste, enquanto vocês comem uma lata de 2 kg...
— Bom, é que aqui é Portugal. Um dia falta a lata, no outro falta estrume, no outro o diabo não vem, no outro é feriado,  depois fazemos ponte. No outro dia falta lenha para o fogo, e assim se vai andando.  E é só festa...
Teste o seu espanhol
 
Teste o seu espanhol, traduzindo a frase abaixo:
«La vien un tarado pelado com su saco en las manos corriendo atras de la buseta.»
Traduziu bem? Tem a certeza?! Bem, olhe como é a frase correcta. Se ficou assim, você acertou.
A tradução é: «Lá vem um tonto careca com o seu casaco nas mãos a correr atrás do micro‑autocarro.»
Pois é, além de não saber espanhol, só pensa em asneira!
Um Judas espanhol
Era uma vez um padre que não gostava de espanhóis e para azar dos azares foi enviado para uma paróquia espanhola.
Pouco tempo depois o povo começou a queixar-se que o padre durante a missa tinha algumas saídas como «...e Judas, esse filho da mãe espanhol, que traiu Nosso Senhor...»
O padre, na primeira missa após a repreensão dos seus superiores, mudou de estratégia, e começou:
— E durante a última ceia, Jesus disse aos discípulos: «Um de vocês vai trair-me». Posto isto foi olhando um a um para os discípulos ao que eles respondiam com um ar sério «mas Senhor pensas que sou eu?». E, assim, foi percorrendo os discípulos um a um com o olhar até que chegou a vez de Judas, que ao sentir o olhar do Senhor perguntou: «Pero, Señor! Credes que soy yo?»

Fonte: Anedotas da net.
publicado pelo gato Straycat às 22:15

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