O gato com vertigens é um blog que se destina a todos aqueles que tiverem algo de inteligente para dizer ou que queiram aprender mais sobre o mundo em que vivemos. Quer seja um comentário a uma notícia, um elogio, uma celebração, um desabafo ou uma denúncia, a sua opinião é bem-vinda.

 

Sábado, 28 de Junho de 2008

Anedotas sobre europeus – Mais espanhóis...

Quantos espanhóis são necessários para trocar uma lâmpada?
Cento e um. Um para ficar a enrolar em cima do escadote enquanto os outros cem partilham uma paella.
Turista em Espanha
Um turista entra num restaurante de uma cidadezinha espanhola e pede a especialidade da casa.
— Empregado... Que espécie de carne é esta? — Pergunta quando é servido o prato.
— São cojones, señor... Os testículos do touro que foi morto hoje na arena da cidade.
Desconfiado, o turista experimenta, mas gosta. E volta no dia seguinte. Quando o empregado traz o prato, ele nota que há alguma diferença.
— Ouça lá. Estes cojones são bem menores do que aqueles que você me serviu ontem!
— É verdade, señor. Mas o señor há‑de compreender... nem sempre o touro perde...
  
«Camisinhas» para Espanha
O rei espanhol telefona ao nosso presidente da república:
— A nossa maior fábrica de preservativos ardeu! — lamenta‑se. — E o pior é que esta é a nossa forma mais eficaz de controlar a natalidade do meu povo. Um desastre!
— Vossa Excelência esteja descansada, tenho a certeza de que o povo português irá ajudá‑lo no que for possível — responde educadamente o presidente.
— Será que você poderia enviar‑me um milhão de preservativos, urgente? Pela nossa amizade! Pela União Europeia!
— Certamente! Fique tranquilo que eu vou tratar disso num instante!
— Óptimo!! Se não for pedir muito, gostaria de mais um favorzinho... — acrescenta, aliviado.
— Pode pedir...
— Os preservativos precisam de ter 25 cm de com­primento por 10 cm de diâmetro, pode ser?
— Não tem problema — confirma o nosso presidente.
Imediatamente trata do assunto e chama o director de uma grande companhia farmacêutica e faz o pedido de um milhão de «camisinhas» para a Espanha.
— Hoje mesmo enviaremos a encomenda, Sr. Presidente!
— Muito bem! Só que elas precisariam de ter 25 cm de comprimento por 10 cm de diâmetro.
— Tudo bem! Mais alguma coisa, Sr. Presidente?
— Sim, carimbe em todas as embalagens: «Tamanho Pequeno».
Português impaciente
Num barco vindo de Espanha com destino a Portugal, um espanhol encontrava-se sentado nos bancos e junto a ele havia um cão, também a ocupar um lugar. Um português, que se encontrava de pé, ao ver o cão diz ao espanhol:
— Olhe, desculpe! Podia tirar o cão do banco para eu me poder sentar?!
Responde o espanhol (quase a cantar):
— Io no quito el perroooo... Io no quito el perroooo... Io no quito el perroooo...
Continua o português:
— Já sei que sabe cantar, mas a viagem ainda dura algumas horas e eu quero-me sentar!
— Io no quito el perroooo... Io no quito el perroooo... Io no quito el perroooo...
— Vá lá, já estou a ficar irritado! Ou você tira daí o cão ou eu atiro-o borda fora!
— Io no quito el perroooo... Io no quito el perroooo... Io no quito el perroooo...
O português, já fora de si, pega no pobre cãozito e atira-o borda fora. Nisto continua o espanhol:
— El perro no era mioooo... El perro no era mioooo... El perro no era mioooo...

Fonte: Anedotas da net.

publicado pelo gato Straycat às 18:04

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Sexta-feira, 27 de Junho de 2008

Anedotas sobre europeus – Portugueses e família europeia...

Escapar ao purgatório

Estavam um português, um inglês e um francês no Inferno. O diabo vira-se para eles e diz:
— Pois bem, quem quiser escapar ao purgatório tem que me trazer um material qualquer que eu não consiga derreter. Vocês, naquela sala, têm tudo o que existe na Terra. Escolham e tragam cá.
O francês traz um aço especial usado em reactores nucleares, preparado para aguentar com altas temperaturas. O diabo agarra no aço com as mãos, e conforme vai apertando, o aço vaise derretendo todo.
O inglês traz um barro especial, usado para recolher amostras de lava no interior de vulcões. O diabo agarra no barro com as mãos, e conforme vai apertando, o barro vai-se derretendo todo.
O português aparece com duas pequenas bolinhas achatadas, uma verde e outra amarela. O diabo agarra as bolinhas com as mãos, e começa a apertar. Apesar das várias tentativas, as bolinhas não derretiam. O diabo tentava, tentava, mas nada. Vira-se para o português e pergunta:
— Ouve lá, o que é isto?
— M&M’s, derrete-se na boca, e não nas mãos!

Ciência moderna
Estavam num congresso de médicos e cada um tinha que contar como estava a medicina no seu país.
Diz o inglês: «Lá na minha terra, um rapaz teve um acidente de mota e ficou sem pernas. Nós os médicos com a nossa medicina metemos-lhe umas pernas novas e ele agora é campeão de ciclismo.»
Ficaram todos admirados e disse o francês: «Lá na minha terra um rapaz também teve um acidente de mota, mas este ficou sem braços. Nós agora com a nossa medicina metemos-lhe uns braços novos e ele é campeão de boxe.»
Ficaram todos pasmados. O português finaliza: «Lá na minha terra um rapaz também teve um acidente de mota só que esse ficou sem cabeça. Como a nossa medicina não estava tão avançada para lhe metermos uma cabeça então resolvemos meter-lhe um melão, e não é que o gajo se formou em advocacia e agora é presidente do Benfica?»

Produtividade à portuguesa

Manuel, um respeitável empresário lusitano, dono de uma padaria, estava a andar pela rua de um bairro muito chique e cheio de lojas sofisticadas quando viu a placa: «ON PARLE FRANÇAIS».
Ele ficou curioso e perguntou o que era aquilo. Explicaram:
— A placa diz que aí se fala francês, quer dizer, eles conversam em francês.
Ao chegar à padaria, Manuel mandou colocar uma placa que dizia: «AQUI NÃO SE CONVERSA. AQUI TRABALHA-SE!»
 

publicado pelo gato Straycat às 12:44

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Quinta-feira, 26 de Junho de 2008

Anedotas sobre europeus – Portugueses e família europeia...

Jesus era português

Após uma grande investigação, três descobertas recentes provam que Jesus era português:
1.ª – Ele nunca tinha dinheiro.
2.ª – Ele vivia a fazer milagres.
3.ª – Ele só se tramou quando o governo o apanhou.

Concurso de anedotas

Quatro soldados de diferentes países (um americano, um francês, um espanhol e um português) encontravam-se presos num campo de prisioneiros de guerra.
O sádico director do campo, disposto a divertir-se com os pobres soldados, resolveu promover um teste: todos deveriam contar uma anedota. Se a piada fosse boa e todos da prisão rissem (incluindo o director), as suas vidas seriam poupadas. Caso contrário, a forca seria o destino do comediante sem talento...
Chegou a vez do americano: contou uma piada engraçadíssima e todos riram, menos o português. O director, assistindo à passividade do português, clamou: «Matem esse americano sem graça!» E lá se foi o pobre gringo...
O próximo era o francês: contou uma piada ainda mais engraçada que ele tinha lido num livro de humor. Mais uma vez, todos riram, menos o português. Perante o rosto sério do lusitano, o director ordenou: «Matem esse francês também, que não sabe contar anedotas!»
E chegou a vez do espanhol. Assim que começou, o português desatou a rir. E continuou a rir sem parar! O director, não entendendo o ocorrido, perguntou ao português:
— Mas, homem, o espanhol mal começou a contar a anedota... Do que estás a rir, idiota?
— Eh, eh, eh! Muito boa, aquela piada do americano! Muito boa, mesmo...

Competição
Numa competição de tiro ao alvo, chegou um arqueiro americano, colocou uma maçã a servir de alvo na cabeça de um cobaia e atirou... Acertou em cheio na maçã. Então exclamou, comemorando:
— I’M HE‑MAN!
Depois veio um Japonês e acertou na flecha do americano dividindo a flecha ao meio e exclamou:
— I’M SAMURAI!
Então veio um português, mirou, e acertou em cheio na testa do pobre do cobaia, matando o coitado. Então ele exclamou:
— I’M SORRY!!!


Terra, água, ar...
Durante a 1.a Grande Guerra, um francês, um inglês, um austra­liano e um português enfrentam um pelotão de fuzilamento, por deserção. Chegou a vez do francês. Prenderam‑no num poste junto a uma parede e procederam à execução...
— Preparaaar... Apontaaar... Foo...
— Cuidado! Terramoto! — Gritou o francês, e toda a gente fugiu. Depois, chegou a vez do inglês:
— Preparaaar... Apontaaar... Foo...
— Cuidado! Maremoto! — Gritou o inglês. E, novamente, fugiram todos a correr. Chegou a vez do australiano:
— Preparaaar. Apontaaar... Foo...
— Cuidado! Furacão! Gritou o australiano e todos fugiram também. Quando chegou a vez do português, ele já não sabia o que inventar.
— Preparaaar... — E o portuga a pensar no que iria dizer.
— Apontaaar... — E o português pen­sando: «Terra.... mar... vento..., o que é que eu hei‑de dizer?»
— Foo...
— FOOOGO! — Grita o português.


Cultura geral
Quatro políticos viajam num avião quando este começa a cair e só há um pára-quedas, pelo que só um pode saltar. Diz o americano:
— Vamos resolver isto pela cultura geral. Aquele que fizer uma pergunta a que nenhum saiba responder, leva o pára-quedas e, se não se importam, começo eu. Quem lançou a primeira bomba atómica?
— Os americanos, — responde o inglês que pergunta logo: — Em que cidade?
— Hiroshima, no Japão, — responde o francês. — E quantos mortos?
O português diz:
— Trinta mil. Nome e morada de todos eles?


Diferenças entre países

O russo — Levanta-se às 5 da manhã, come um bife de veado, põe uma garrafa de vodka debaixo do braço e vai trabalhar até às 6 da tarde.
O francês — Levanta-se às 7 da manhã, come um bife com dois ovos a cavalo, põe uma garrafa de vinho rosé debaixo do braço e vai trabalhar até às 6 da tarde.
O alemão — Levanta-se às 6 da manhã, come um bife e duas sal¬sichas, põe uma garrafa de cerveja debaixo do braço e vai trabalhar até às 8 da tarde.
O português — Levanta-se às 10 da manhã, toma um galão e um bolo, põe uma garrafa de urina debaixo do braço e vai à Segurança Social pedir baixa.

Os amigos do Joãozinho

O primeiro-ministro espanhol, em visita oficial a Portugal, iria conhecer uma escola de Lisboa. E o director da escola foi preparar os seus alunos para receberem bem a importante visita.
— Vocês devem ser educados com o senhor Aznar. Joãozinho, eu vou-te perguntar o que é a Espanha para nós. E tu vais responder que a Espanha é um país amigo.
— Não, senhor director! A Espanha é um país irmão.
— Muito bem, Joãozinho. Mas não é preciso tanto... Diz apenas que a Espanha é um país amigo.
— Não e não, a Espanha é um país irmão!
— Está bem, Joãozinho. Mas porque é que achas que a Espanha é um país irmão, e não um país amigo?
— Porque os amigos a gente pode escolher!

 

publicado pelo gato Straycat às 22:35

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